Nossa Coluna

A BIENAL TRAZ FÔLEGO ÀS ARTES

COM todos os cuidados exigidos pelo protocolo COVID, tivemos nesta quinta-feira (02/09) a abertura da 34ª Bienal de São Paulo, no gigante pavilhão Cicillio Matarazzo, no Ibiraquera.

Além de ser exigida comprovação de vacinas e recente PCR, era oferecido o teste gratuito. Era o passaporte para entrar.

São mais de mil obras que têm, como não poderia deixar de ser, um forte apelo político, como expressa o próprio título, FAZ ESCURO MAS EU CANTO, tirado de um poema de Thiago de Melo, que soa como um sopro de resistência no mundo das artes.

São obras de mais de 90 artistas das mais distintas linguagens e uma forte presença indígena não só de brasileiros.

Como convidada do amigo Antônio Garcia Lessa, Superintendente Executivo da Bienal de São Paulo, participei da abertura. Um momento significativo para a volta gradual à normalidade.

Uma noite de reencontro, e no coquetel oferecido na área externa formamos um grupo com os amigos Manoel Onofre Neto, a artista plástica Marília Bulhões, seu marido Embaixador Breno de Souza Brasil Dias da Costa, Cleylton Rodrigues, Priscilla Gimenez, Raphael Correia, Farid Fahmy e o casal Fábio Barbalho e Joana. Claro, com a presença do amigo Antônio Lessa.

Uma noite que encerrou com mini garrafas de Chandon, caipirinhas e finger food. Padrão Bienal.

Ao público, a exposição será aberta a partir deste sábado.

Confiram e visitem…

To Top