O Senado realiza nesta quarta-feira (1º) a eleição que vai definir, por meio de votação secreta, a composição da nova Mesa Diretora, responsável pelas funções administrativas no Parlamento. A votação está prevista para começar por volta das 15h. O vencedor, que precisa alcançar 41 votos, irá comandar a Casa pelos próximos dois anos.
Senador recém-eleito, o potiguar Rogério Marinho (PL-RN) se configura como um nome forte da disputa contra o atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Marinho é um homem sério, conciliador, de família na tradição jurídica. É uma alternativa para “restabelecer a ordem, independência e o tamanho do Senado Federal” e tem entre as pautas uma postura crítica à atuação do STF,.
Foi eleito senador pelo Rio Grande do Norte com 41,85% dos votos válidos, o que representa mais de 708 mil eleitores, superando Carlos Eduardo (PDT) e Rafael Motta (PSB). Foi a primeira vez que o ex-ministro disputou uma cadeira no Senado Federal. O mandato de Marinho terá início em 2023 e se estende até 2030.
Rogério Simonetti Marinho tem 58 anos, é economista e professor. Foi ministro do Desenvolvimento Regional entre 2020 e 2022, no governo Jair Bolsonaro. Atuou também como secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Foi deputado federal pelo Rio Grande do Norte por três mandatos. Em 2022, foi eleito para oito anos de mandato no Senado. É o candidato da oposição que conta com o apoio da ala bolsonarista do Congresso.



