Nossa Coluna

O GORDO SE FOI…

Sem palavras para descrever o vazio, a tristeza e tudo que ele me representava. Éramos amigos, parceiros e de uma irmandade sempre presente. Parceiros no trabalho, nas farras, na política e até na doença… Tínhamos planos de trabalho para tornar a cidade mais pungente e viva aos domingos.

Quantas vezes conversei sobre os cuidados com a saúde, e ele só cuidava “meia boca”! Meu Deus, nunca imaginei que estivesse na sua hora. Quantos planos e ele se vai no dia em nos encontrávamos para curtir a SEGUNDA DE VAGABUNDO.

Mas, uma coisa conforta a “morte súbita“: sem lhe prender por dias e meses numa cama de hospital. A mão de Santa Rita sua protetora!

Célia, Gustavo, saibam que meu coração chora e partilha dessa dor.

Meu gordo, você jamais será esquecido e nem os beijos roubados… Vai com Deus e intercede por nós.

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