Por Yasmin Ziemann
Na última terça-feira (05) , estive presente na estreia do Instituto Gabrie Wickbold, que abriu as portas com um leilão de arte e reuniu nomes de peso e uma plateia apaixonada pelo universo criativo.
O evento, realizado na galeria e ateliê do multiartista, começou com um happy hour intimista: mesa de frios, finger foods, drinks e vinho, e seguiu para o auditório, onde as obras ganharam vida sob o martelo.
Lançado oficialmente em 1º de agosto, o Instituto nasce para formar o “artista do futuro”, unindo técnica, pensamento crítico, autonomia e tecnologia. A proposta vai além da revelação de talentos: criar oportunidades reais e sustentar carreiras por meio de bolsas, mentorias, residências e programas que conectam criação, impacto social e sustentabilidade.
“A arte muda tudo, mas nem todo mundo tem como começar. Muita gente não vê, mas sem o montador não existe uma exposição. Quando você vê todas as luzes bem posicionadas, existe um montador ali, que fez aquele trabalho.” Palavras de Gabriel Wickbold.
A proposta é formar não apenas artistas, mas também curadores, montadores, iluminadores e outros profissionais essenciais para o funcionamento do ecossistema artístico.
Entre os artistas que doaram obras para a noite, estavam – além do próprio Wickbold – Armarinhos Teixeira, Jay Boggo, Cranio, Blake Farber, Luiz Moreira, Arthur Grangeia, Marcos Amato, Rafael Sanches Filadelfio e Rubem Robierb.
Parabéns pela iniciativa!
@institutogabrielwickbold
@gabrielwickboldgallery
@gabrielwickbold







