Em cartaz há 4 anos, assistido por mais de 180 mil pessoas e depois de três turnês nacionais seguidas (sempre lotadas), o espetáculo “A Última Sessão de Freud” dirigido por Elias Andreato e estrelado por Odilon Wagner (indicado aos prêmios Shell, APCA e Bibi Ferreira pelo trabalho) e Marcello Airoldi, volta para mais uma temporada, nos dias 12 e 13 de setembro, no Teatro Riachuelo.
A versão para o texto do premiado autor estadunidense Mark St. Germain já cumpriu 400 apresentações e nunca parou de renovar temporadas desde sua estreia.
A trama apresenta um encontro fictício entre Sigmund Freud – o pai da psicanálise (Odilon Wagner), e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século 20. Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis ,renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” – tornando-se um cristão convicto.
No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Bilheteria do Teatro Riachuelo ou no site uhuu.com
Foto: João Caldas


