Em reportagem para o site O Diário Nacional, a jornalista Francine Galbier aponta os motivos que apontam Flávio Rocha, pré candidato à presidência da República pelo PRB, como o potencial responsável por revolucionar a economia brasileira.
De acordo com a matéria, o empresário potiguar se apresenta como alternativa “liberal-conservadora” – posição definida por Flávio como “direita democrática” – para as eleições de 2018.
“Flávio se destacou nos últimos anos por liderar um agressivo projeto de industrialização no Nordeste, conhecido como Pró-Sertão. Ao terceirizar suas linhas de produção de costura, optou por criar parcerias com pequenas oficinas no sertão do Rio Grande do Norte, gerando uma explosão de prosperidade e capitalismo na região. Para se ter uma ideia do impacto, as regiões atingidas pelo projeto já se tornaram as mais prósperas do estado nordestino – tudo isso em menos de 10 anos. É por conta dessa experiência – e da postura combativa diante da burocracia petista – que Flávio se credenciou como principal liderança empresarial brasileira”, diz a matéria.
Entre as medidas que serão adotadas por Flávio, caso eleito, está um agressivo plano de reformas e privatizações. “Além da previdência, Flávio busca também simplificar e reduzir o sistema tributário nacional, aprofundar a liberalização do mercado de trabalho, aplicar um teto de salários de entrada no funcionalismo público, lançar um pacote de concessões e investimentos em infraestrutura – com especial atenção para o agronegócio -, e promover um amplo enxugamento de gastos considerados supérfluos, ajustando as contas do país para fortalecer a atração de investimentos e a geração de novos empregos. O amplo pacote de reformas teria impacto avassalador na Bolsa de Valores e na taxa Selic, propiciando um crescimento sustentado e ganhos concretos de produtividade e renda per capita”, cita o texto.
A matéria aborda, ainda, os planos do empresário no campo da educação: “manter o foco no ensino básico e profissionalizante, e universidades federais consideradas improdutivas deverão ser privatizadas ou encerradas. Flávio estuda impor metas de resultado e premiação no sistema público de ensino; pensa também em promover parceiras com a iniciativa privada, e, em zonas afetadas pelo tráfico e pela criminalidade, estuda parcerias com o exército e as polícias militares. Com cabeça de empresário, busca trabalhar com indicadores, como o exame PISA, as provas do ENEM e do ENADE”.



