O presidente da Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, afirmou que, por causa do decreto do Governo do Estado, que permite a abertura somente dos estabelecimentos considerados essenciais, hoje 46 mil empresas do comércio varejista deixaram de faturar perto de R$ 160 milhões. Dos 51 mil empregos com carteira assinada que geravam, 6 mil deixaram de existir. Isso equivale a mais de 65% do total de demissões no Estado ao longo da pandemia.
Segundo o dirigente, outros 83 mil empregos foram impactados pela MP nº 936/2020 (que permite a redução de salários e a suspensão de contratos de trabalho durante a pandemia). Isto equivale a 16% do total de empregos formais (586 mil profissionais) gerados pelo setor privado no Rio Grande do Norte.
”Mas nós precisamos estar preparados para a retomada das atividades, assim que for possível. Precisamos nos sentir e ser produtivos. Na reabertura das lojas, vamos seguir com rigor as orientações das autoridades para garantir a saúde e o bem-estar de funcionários e clientes”, declarou o presidente Marcelo Queiroz em live, no dia 3 de junho, no Instagram da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
No trabalho de orientação aos empresários, a entidade criou uma Central de Atendimento Virtual para apoio jurídico. O serviço é oferecido por e-mail, WhatsApp e telefone fixo. Mais de 250 empresas foram atendidas. Além disso, a Comissão Intersindical da Federação disponibilizou uma Central de Negociação/Mediação Virtual para orientar e efetivar a adesão das empresas à MP nº 936/2020.
Fonte: CNC



