Subiu para 53 o número de mortes confirmadas por febre amarela no país. O número de casos também se elevou: são 130 confirmados. Outros 162 casos suspeitos estão sob investigação. Os dados, divulgados pelo Ministério da Saúde, referem-se ao período entre julho de 2017 a 23 de janeiro de 2018.
Antes, os dados indicavam 35 casos e 20 mortes (entre julho de 2017 e 16 de janeiro de 2018). São Paulo segue como o estado com maior número de casos confirmados (61), seguido de Minas Gerais (50), Rio de Janeiro (18) e Distrito Federal (1). Entre os óbitos, Minas Gerais está à frente, com 24 mortes, seguida de São Paulo (21) e Rio de Janeiro (7).
Para intensificar a vacinação em municípios de São Paulo, Bahia e Rio da Janeiro que hoje correm risco de infecção, mas que antes não tinham recomendação da vacina, o governo federal decidiu adotar o fracionamento da vacina contra a febre amarela.
A febre amarela é transmitida por meio de vetor (mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ambiente silvestre) e não pelo macaco. O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942, e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.



