Em entrevista para o jornalista Leo Branco, da revista EXAME, o empresário Flávio Rocha, presidente da rede de lojas Riachuelo e fundador do movimento político Brasil 200, revela que não pretende assumir uma candidatura à presidência em 2018. “Está muito tarde para ser candidato”, diz. Ele nega que haja essa possibilidade, explica os planos do Brasil 200 e por que não considera uma candidatura neste ano.
Lançado em janeiro, o movimento Brasil 200 (alusão aos 200 anos de independência que o país completará em 2022), reúne empresários como Alberto Saraiva (Habib’s), Sônia Hess (Dudalina) e Antônio Carlos Pipponzi (Raia Drogasil), além de profissionais da iniciativa privada, com a proposta de uma agenda econômica liberal para o Brasil.
Segundo ele, o Brasil 200 quer um candidato que tenha estes pré-requisitos: que seja um liberal na economia e que devolva o Estado ao seu propósito de servir, mas não apenas, como acontece hoje, servir a uma aristocracia burocrática, que não tem um compromisso com o aluno, com o usuário final.
Rocha afirma que o Brasil 200 é um movimento de 98% da população, os que puxam a carruagem, que suam a camisa, que pagam a conta, que pagam os impostos. O movimento está tentando se estruturar em todos os estados. Atualmente está em 15 ou 17 estados. De acordo com ele, a primeira missão é fazer eventos regionais que instiguem o debate sobre temas importantes para o país, como segurança e saúde.
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