Nossa Coluna

NÓ NO JUÍZO

Não tem sido brincadeira essa história do pico da pandemia e suas datas. Nós, que temos nossas casas, conforto, alimentação e salário estamos com um nó no juízo, imaginem quem não tem nada disso.

Mas, ao mesmo tempo, eles não têm as informações que temos e não estão nem aí para máscaras, isolamento, higienização de mãos e habitações. Isso me preocupou muito após passar em Mãe Luiza e ver que as pessoas estão como se nada estivesse acontecendo.

Preocupou mais ainda, pois a maioria dessas pessoas trabalham nos bairros vizinhos. Mas, o que fazer? São pessoas que na sua maioria residem numa casa de dois cômodos, habitada por mais de cinco pessoas.

Na Zona Norte, deve ser igual ou parecido. Uma grande população sem obedecer ordens e que está elevando a taxa de infectados e suspeitos.

Sugeri que se fizesse chegar ao nosso prefeito Alvaro Dias a volta dos carros de som circulando nos bairros periféricos orientando o isolamento, a não aglomeração (pelo menos), o uso de máscaras (doadas na ocasião) e reforçar a lavagem de mãos com água e sabão.

Meu Deus, meu juízo está dando um nó, e olhe que estou me virando nos trinta para preencher meu tempo.

Meu divertimento tem sido a recriação de receitas; armários para arrumar já não existem mais… Falta rasgar papeis, e esse item tem sido difícil.

Imaginem quem tem casa com marido e filhos?!!!

Sugiro lives de TERAPIA PARA CASAIS, de como sobreviver e fugir da Lei Maria da Penha.

E vamos rezar!!!

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