Nossa Coluna

MINHA QUERIDA LYGIA

Não nos víamos sempre, mas era uma querida amiga que conquistei nos anos 70. No mandato do Senador Paulo Maluf foi época onde levamos a exposição de Leopoldo Nelson com o apoio dele, na vernissage no Hotel Eron. Lamento sua perda, transcrevo a matéria do Metropolis e abraço a sua filha Tânia e seus netos.

Pioneira de Brasília, Lygia Leite de Camargo morreu, no último dia 24, aos 81 anos. Ela lutava contra a leucemia e estava internada no Hospital Sírio Libanês, na Asa Sul. Natural da cidade de São Paulo, a advogada atuou por mais de 45 anos no Senado. A especialista em assessoria parlamentar se aposentou em 2008 e trabalhou em diferentes áreas da Casa Legislativa.

Ela deixou dois filhos, Tânia Camargo Falbo e José Antônio Peres; dois netos, Eron e Eraldo; e os bisnetos, Nathan e Esther.

Foto de Lygia enviada à coluna pela amiga Adriana Colela

À coluna Claudia Meireles a amiga de Lygia, Adriana Colela, descreveu a advogada em palavras sinceras: “Uma amiga ímpar! Atenciosa, carinhosa, solidária. Muito querida em Brasília e em São Paulo, sua terra natal. Uma pessoa admirável, de quem vou sentir imensa falta”. Em fevereiro, Lygia se vacinou contra a Covid-19, conforme comunicou o neto Eron em um post no Instagram.

Lygia com a filha Tânia

Neto de Lygia, o escritor Eron Falbo fez uma linda homenagem à avó em uma publicação no Instagram. Ele postou uma foto da familiar quando jovem e, na legenda, declarou o quanto a amava. “Minha vózinha se foi. Que eu aprenda a espalhar uma fraçãozinha da luz que ela trazia a todos. Que eu seja um pai como ela foi pai e mãe. Que seja pio como ela era devota. Que seja no mínimo homem como ela foi um grande ser humano. Servir antes de pedir, para nunca ter de pedir”, escreveu Eron.

Foto postada por Eron na publicação de homenagem à avó

Amigos de Eron que conheciam Lygia enviaram condolências e lembraram dela com carinho. “Meus sentimentos, Eron. Sem palavras. Eu estou muito triste, eu admirava muito a Lygia. Uma grande mulher. Descansou eternamente”, comentou Maria Nina Salustino. Já Mônica Horta escreveu: “O gostoso que temos bons momentos de uma avó maravilhosa”.

Fonte: Metrópolis

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