O pix é um serviço totalmente gratuito para pessoas físicas. No entanto, as transferências instantâneas podem ser caras para PJs. Em apenas 10 meses de seu lançamento, o Pix já se tornou um dos meios de pagamentos favoritos dos brasileiros e já superou tanto em quantidade de transações quanto em valores movimentados as operações feitas em DOC e TED no país.
Oferecendo praticidade e agilidade, o serviço de transferências instantâneas se tornou muito presente na rotina de compras e quitações de dívidas. Desenvolvido pelo Banco Central, o Pix tem bons limites, horários flexíveis e é gratuito para a maior parte de seus usuários, menos para os empresariais.
O escritório Talles Morais Assessoria Contábil faz alguns esclarecimentos acerca do uso do pix por pessoas jurídicas.
Aqueles que possuem CNPJs, mas se enquadram nas categorias de Microempreendedor Individual e Empresário Individual não podem ser tarifados pelo serviço de transações instantâneas, de acordo com a resolução publicada pelo Banco Central. As demais pessoas jurídicas devem se atentar aos valores das tarifas em cada instituição. As taxas a serem cobradas para o recebimento e o envio de uma transação podem ser diferentes, com alguns bancos apresentando taxas fixas e outros percentuais. Dentre as instituições financeiras, os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil são os que apresentam as tarifas mais altas.

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