Por Roberto Guedes
A nomeação do médium Divaldo Franco, 95 anos, como “Embaixador da Paz”, título que a ONU concedeu à princesa Diana e à atriz Angelina Jolie, realçou o peso da moral cristã no diálogo com os mortos.
Divaldo tem o mesmo dom que deu fama e riqueza ao médium João de Deus, pivô de escândalo, há poucos anos, em Goiás.
João usou a mediunidade em proveito próprio. Divaldo, não. Assim como Chico Xavier, Zé Arigó e Isaltina Cavalcanti, Divaldo só liga homens e almas em favor do próximo.
Ele exerce a “Mediunidade com Jesus”. Caridosa, esta mediunidade só une bons espíritos a homens de boa moral. A ciência espírita só avaliza a mediunidade caridosa. Médiuns espíritas dão de graça o que de graça Deus lhes deu.


