Na Hora H

DICIONÁRIO AMOROSO DE NATAL

A obra de Diogenes da Cunha Lima foi lançada em dezembro de 2024. Com 294 páginas e editada pela Off-Set, possui verbetes que apontam personalidades, histórias, estórias e fatos que resgatam a memória e legitimam a autoestima do natalense.

O autor garante que o livro segue a linha de Álvaro Moreyra que diz: “As Amargas, Não”, numa referência à publicação que apresenta toda beleza da capital dos Reis Magos, da Xanana e do Baobá do poeta.

“Procurei o singular distinto, a unicidade e a excentricidade, a ficção que o povo inventa e a realidade vivida. Anotei as belezas miúdas, uma vez que não temos vocação para o monumental. Busquei registrar algumas protagonistas da história”, explica o autor, um dos maiores intelectuais do Rio Grande do Norte.

O livro tem capa com o painel de Dorian Gray Caldas alusivo à cidade, que foi resgatado de um hotel na Ribeira pelo procurador de Justiça Manoel Onofre Neto, um colecionador de obras de arte. O escritor pediu ao artista plástico Viicente Santeiro as capitulares integradas em lavandeiras que, por sua sugestão tornou-se pássaro símbolo de Natal, como anteriormente foi a xanana.

To Top