Uma “ruma” de bons artistas potiguares compõem a “Casa de Veraneio” na Bienal de São Paulo. Confiram e visitem…
Entre os dias 25 de março e 30 de abril de 2026, o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, será palco de uma imersão profunda na cultura e na estética do Nordeste brasileiro. O Rio Grande do Norte ganha destaque na Bienal de Arquitetura Brasileira com a exposição do Projeto Rodra Cunha, focado no conceito de Casa de Veraneio, unindo o rigor técnico da arquitetura à alma vibrante do território potiguar.
A mostra é guiada pelo pensamento de Luís da Câmara Cascudo, que afirmava: “Quem não tiver debaixo dos pés da alma a areia de sua terra não resiste aos atritos da sua viagem na vida; acaba incolor, inodoro e insípido, parecido com todos.”. A celebração também marca os 40 anos de “encantamento” do mestre Cascudo, ocorrido em 30 de julho de 1986.
Sob a curadoria de Juliana Bulhões e Manoel Onofre, a exposição reúne um acervo de peso que transita entre o modernismo clássico e a arte contemporânea. O espaço dialoga com peças de design da renomada Mula Preta e a poesia de Anna Zêpa, criando um ambiente onde a arquitetura da casa de veraneio se torna um organismo vivo.
Artistas potiguares na exposição:
- Abraham Palatnik, Aécio Emerenciano e Angela Almeida.
- Antônio Rosendo Lima (A.R.L.), Ariell Guerra e Azol.
- Carlos Sérgio Borges, Dorian Gray e Fernando Gurgel.
- Flávio Freitas, Iaperi Araújo e Marília Bulhões.
- Mocó (Mocotopia), Sônia Jácome e Vatenor de Oliveira.
O evento também celebra personalidades que levaram o nome do estado para o mundo, como o artista Ailson Silveira e a medalhista olímpica Virna Dias.
A experiência do visitante será complementada por uma jornada sensorial que inclui a gastronomia: assinada pela chef Irina Cordeiro, trazendo os sabores e texturas do RN; e na música, a sonoridade elegante de Roberta Sá embala o projeto, reforçando a identidade solar da exposição.


































