O multiartista piauiense radicado no Rio Grande do Norte há 23 anos, GiGio Almeida, teve sua obra “The HEALING Hand” selecionada na convocatória global da Organização das Nações Unidas (ONU). O evento é uma parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem como objetivo minimizar a expansão da Covid-19. A obra do artista é um dos cinco trabalhos do Brasil a ser selecionada na convocatória.
Em matéria para o site Apartamento 702, a jornalista Cecília Oliveira dá mais detalhes sobre o artista e seu trabalho:
A convocatória da ONU convidou artistas urbanos criativos de todo o mundo para desenvolverem trabalhos que ajudem a espalhar mensagens importantes no combate ao coronavírus. A obra “The HEALING Hand” representa todas as mãos de médicos e enfermeiros que estão ajudando o mundo a curar se do coronavírus. “As mãos que com coragem e amor ao próximo, pega em sangue, suor, urina, também cura pela imposição das mãos tendo como principal objetivo prevenir e tratar essa doença por meio do equilíbrio energético. posicionando as mãos para transferir energia vital ou passá-las pelos locais do corpo que necessitam de equilíbrio: cabeça, olhos, nariz, chakras do corpo, região umbilical, pulmões, rins, joelhos e embaixo dos pés ! As mãos que curam! O olho representa a sabedoria a ancestralidade, as cobras a medicina, e máscara o COVID 19”, explica o artista na descrição do trabalho presente na plataforma Talenthouse.

A obra está disponível no site da plataforma Talenthouse, e pode ser acessada aqui. Engajamento do público através de likes e comentários na publicação podem ajudar a obra ser listada entre as primeiras no painel dos trabalhos selecionados na convocatória.

Sobre GiGio Almeida
As atividades e os projetos que GiGio Almeida coloca em prática sempre com agilidade e criatividade são resultados de uma vitalidade incomparável. Papéis, linhas, tecidos, madeiras, tintas, mas também, ideias, conceitos, teorias, praticamente tudo o que costumeiramente passaria despercebido na vida cotidiana pode ser agenciado por sua inventividade hiperativa. Conseguiu ser aprovado em duas importantes chamadas de arte urbana contemporânea, uma local (Salão Dorian Gray) e uma global (ONU contra a Covid- 19). Há pouco tempo ganhou um título de embaixador da sustentabilidade também da ONU-habitat. Realizou, inclusive, um curso para ser Defensor Ambiental da ONU-unitar.

Vivendo em Natal nas últimas três décadas, tem motivado os corpos a buscarem experiências urbanas repletas de significados, ressignificações e esperanças, criando e reinventando linguagens e suas práticas espaciais urbanas que se encontram no cotidiano da cidade, uma retomada de uma filosofia e uma economia criativa e envolvimento dialético com seus espaços vividos através da arte urbana.


