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DIRETORIA GERAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA RESSALTA AVANÇOS DO TELETRABALHO

O foco no incremento da eficiência e da efetividade dos serviços prestados à sociedade é regra básica do trabalho remoto. Para o Diretor Geral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Augusto Carlos Viveiros, o sistema de teletrabalho desenhado desde 2015 e adotado pela Casa Legislativa em razão da pandemia do novo coronavírus tem tido resultados positivos em razão da produção satisfatória na atividade laboral. “O sistema de teletrabalho já é uma realidade no Legislativo Estadual e a aplicação durante a pandemia está aprovada por índices de produtividade no trabalho dos servidores”, comenta Viveiros.

O teletrabalho visa aumentar a produtividade e incentivar a ampliação das atividades desempenhadas pelos servidores; além de motivar o comprometimento nas atividades laborais e contribuir para a redução do consumo de água, esgoto, energia elétrica, papel e de outros bens e serviços.

A experiência do trabalho remoto nos mais de 3 meses de atuação apresenta bons números que falam por si. Desde o início do teletrabalho – em 19 de março deste ano quando as atividades presenciais foram suspensas – mais de 700 novas proposições foram apresentadas, além das que já tramitavam na Assembleia, com resultado de 54 proposituras aprovadas, sendo 37 leis ordinárias, 3 leis complementares, 3 resoluções e 11 decretos legislativos, que decorreram do exame de 119 Decretos de Calamidade Pública dos Municípios.

De acordo com Augusto Carlos Viveiros o resultado destes 100 dias de teletrabalho é a concretização dos novos tempos. Segundo ele, a Assembleia Legislativa vem nos últimos cinco anos ganhando notoriedade nos modelos modernos de gestão. “O Legislativo Estadual vem se destacando há um bom tempo na área da inovação e eficiência, que tem como carro chefe, o investimento em tecnologia. Ano passado, inclusive, a Assembleia Legislativa venceu em 1º Lugar do Brasil o prêmio Unale na Categoria Gestão, com trabalho apresentado pela equipe de Tecnologia da Informação que teve como banca julgadora uma comissão formada por representes do Tribunal de Contas da União, Ouvidoria Geral da União Defensoria Pública, Escola de Administração Pública e Ordem dos Advogados do Brasil”, exemplifica o gestor.

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